Dois anos e pouco. Uma porção de gente legal, alguns chatos, os melhores amigos por perto. É assim que se faz um blog? Para mim, sim.
O resultado não agrada a todos, e nem sempre me deixa feliz. Ajustes são necessários, o tempo todo. A gente pode até não acertar, mas tenta -- e como tenta! Assim como na vida.
A minha mudou de caminho, mas não de rumo. Continuo atrás de entender do que mais gosto, só que em outras redes. Cada vez mais comilona e, às vezes, quieta.
(Tem horas em que preciso parar, entender certas coisas. O silêncio sempre me faz bem.)
Hoje acordei com os olhos colados, borrados pelo rímel que nunca consigo tirar. E senti que era hora de falar com vocês.
Aos malcriados, fofos, engraçados, todos queridos e importantes, um beijo meu e um aceno tímido, quase triste. Me procurem por aí, tá? Não quero, não posso, não vou desaparecer. Até que a intoxicação alimentar nos separe. ♥

Por Roberta Malta às 13h56

Mas morrendo de saudade de vocês! Não sumam, já dou notícias. ♥
Por Roberta Malta às 11h33

Caponata vertical servida com mussarela de búfala e tomate desidratado (R$ 23), do Quadrucci.

Dumpling de camarões com trouxinhas e espetinhos do fruto do mar (R$ 25,00), do Mok Sakebar.

Risoto de coco verde com camarões e amêndoas (R$ 36,90), do Santa Satisfação.

Espetinho de frutas caramelizadas e sorvete de creme na casquinha de chocolate (R$ 12), do Minimok.

Suspiro recheado de sorvete de limão, frutas frescas e calda de frutas vermelhas (R$ 18), do Chez L'Ami Martin.
Mil folhas de morangos frescos e chantilly (R$ 16,00), do Duo (Receita do chef Michele del Monaco) 1 porção Ingredientes 50 g de massa folhada 1 g de açúcar de confeiteiro 30 g de creme patissier* 20 g de chantilly fresco 30 g de morangos cortado em pedaços Modo de preparo Corte a massa folhada em forma de triângulos, salpique açúcar e leve ao forno por 12 minutos aproximadamente. Misture o chantilly fresco com o creme patissier. Disponha no prato metade dessa mistura. Por cima, coloque os morangos e cubra com a metade restante da mistura de cremes. Posicione os triângulos de massa folhada e sirva. *Creme patissier 500 ml de leite 175 g de açúcar 10 g de amido de milho peneirado 50 g de farinha de trigo peneirada ½ fava de baunilha 5 gemas Ferva o leite com a baunilha e a metade do açúcar. Em uma vasilha, misture as gemas com a outra metade do açúcar, a farinha e o amido de milho peneirados. Assim que o leite ferver, peneire sobre a gema e misture. Devolva a mistura para a panela e volte ao fogo para cozinhar até dar o ponto. Use fogo baixo para não grudar no fundo. Espere esfriar e leve à geladeira. 
Duo
Rua Érico Veríssimo 690, Barra da Tijuca, tel. 21 2484 4547.
Chez L´Ami Martin
Avenida General San Martin, 1.227, Leblon, tel. 21 2512-8623.
Minimok
Rua Dias Ferreira, 116, Lj D, Leblon, tel. 21 2511 1476; www.moksushi.com.br
Mok Sakebar
Rua Dias Ferreira, 78, loja B, Leblon, tel. 21 2512-6526; www.moksushi.com.br
Quadrucci
Rua Dias Ferreira 233, Leblon, tel. 21 2512-4551; www.quadrucci.com.br
Santa Satisfação
Av. Ataulfo de Paiva, 1335, Leblon, tel. 21 2529 2063 e Rua Santa Clara, 36, Copacabana, tel. 21 2255 9349.
Por Roberta Malta às 23h39
Desde que fiz a matéria sobre doces de padaria -- de como podem ser ainda mais incríveis!--, para a Prazeres da Mesa, comecei a reparar melhor nesse mercado. E as sobremesas comuns preparadas com primor, ingredientes de primeira e menorzinhas começaram a aparecer aos montes na minha frente. Mais ou menos como as gestantes, que se surpreendem com a quantidade de grávidas que têm no mundo -- e elas nunca tinham visto.

Já nas bancas!
Primeiro, num soft opening do Las Chicas, o restaurante novo da Carla Pernambuco. Vai ser um quilo, aberto desde o café da manhã até a noite. Lindo, no térreo de um prédio baixinho na Oscar Freire, antes da Rebouças. Tudo o que comi lá estava gostoso, muito bom. Mas meu olhar (viciado?) se voltou mesmo para as micro e deliciosas tortinhas de limão, que enfeitavam a vitrine.

Dias depois, encontrei os mesmos doces na loja da Mara Mello. Com massa de tartelete, creme de leite condensado, suspiro e raspa de limão.

(Aliás, fui a Camburi outro dia e em todo lugar tem essa torta no tamanho grande. Todo. No hotel, nos restaurantes, na lanchonete, no supermercado. Tendência caiçara?)
Por último, provei o bolinho de fubá da Carole Crema, da La Vie en Douce, que está de loja nova. Do mesmo jeito. Pequenininho e gostoso.

A diferença entre esses doces e os mais grosseiros é só a maneira de prepará-los. Há que se ter capricho, paciência. Quem fez os da revista foi a Amanda Lopes, do Le Marais Bistrot. Cuidadosa, delicada, simples. Como seus sonhos, como os nossos.
Veja as receitas de sonhos da Amanda aqui.
Las Chicas
Rua Oscar Freire, 1607, São Paulo, SP, tel. 11 3063-0896
Le Marais Bistrot
Rua Jerônimo da Veiga, 30, Itaim Bibi, São Paulo, SP; lemaraisbistrot.com.br
La Vie en Douce Itaim Bibi
Rua Pedroso Alvarenga, 514, Itaim Bibi, São Paulo, SP, tel. 11 3078-1110; lavieendouce.com.br
Pâtisserie Mara Mello
Al. Gabriel Monteiro da Silva,1308, Jd. Paulistano, São Paulo - SP, tel 11 3081-5229/ 3062-2028; maramello.com.br
Por Roberta Malta às 13h49

Sopa de brigadeiro, por Isaías Néries
Parador Lumiar
Estrada do Amargoso, s/ no., Boa Esperança, Lumiar, RJ
tel. (22) 2542-5777
Por Roberta Malta às 23h11
Fiquei sabendo que São Paulo teria mais um restaurante de cozinha espanhola, no fim do ano passado. Logo depois, encontrei Ligia Karazawa e Raul Jiménez no Mesa Tendências. Ela brasileira, ele madrilenho. Casal de namorados que se conheceu na (sensacional) cozinha do Mugaritz, em San Sebastian. E a dupla que comandaria a nova casa de Marcelo Fernandes (sócio do Kinoshita e da Mercearia do Francês), o Clos de Tapas.
A conversa foi rápida. O tempo era curto e o entorno fervia. Mesmo assim, me interessei em conhecê-los. E fiquei com vontade de experimentar a comida deles.
O restaurante acaba de abrir e, sim, eu adorei.

Foto: Tuca Reinés/ Divulgação
Tem bem a cara dessa Espanha moderna. Com tapas mais refinadas, porções individuais e tal.
(Aliás, encontrei o Marcelo no Madrid Fusión* de 2010. Ele e o Murakami, chef do Kinoshita, caneta em punho, anotando todas as novidades. Achei -- ou será que sonhei?-- que os dois abririam algo tipo Dos Palillos, um restaurante de tapas asiáticas sensacional em Barcelona.)
O serviço começa com pão, manteiga com gostinho de coco e conserva de legumes. O menu completo (R$ 185, com oito pratos) segue com massa de pastel com queijo em pomada, foie gras travestido de cenoura, mini batatas num caixote, peixe no vapor com espinhas chips, porquinho de leite à pururuca e mais. Tudo gostoso e com apresentação primorosa.
Mas o meu prato preferido foi ceviche de robalo. Servido com um caldo de manjericão cheiroso, translúcido, cor de fogo. Delicado, com acidez perfeita, fresco e lindo. Lindo de morrer.

A dupla garante: a cor que a sopa adquire vem de uma reação completamente natural, que se produz quando os pigmentos do repolho roxo (antocianinas) encontram um meio ácido. Aqui, o suco de limão. "É um campo cheio de possibilidades para brincar." Alguém quer testar?
Por Ligia Karazawa e Raul Jiménez
Para 4 porções
Ceviche de robalo
200 g de robalo cortado em dados de 1,5 x 1,5 cm
50 g de tomate “cereja
10 g de broto de repolho roxo
10 g de brotos de manjericão genovês
10 g de azeite extravirgem
5 g de cebola roxa laminada
Suco de limão e sal a gosto
1 Marine o robalo em limão, azeite e sal. 2 Higienizar os brotos, seque com cuidado e reserve em geladeira cobertos com papel absorvente. 3 Deixe as lâminas de cebola em banho de água e gelo por uns minutos. 4 Tire a pele do tomate e cortar em quatro pedaços.
Sopa de manjericão
500 g de espinhas e aparas de robalo
250 g de repolho roxo
100 g de cebola branca
100 g de alho-poró
50 g de manjericão genôves
5 g de sal marinho
0,5 g de goma xantana
1,5 l de água mineral
100 ml de óleo
1 folha de louro pequena
1 dente de alho
1 Deixe as espinhas e aparas de molho em água e gelo por meia hora. 2 Escorra e doure no horno a 200ºC. 2.Lave as verduras em água corrente e pique. 3 Doure em óleo e acrescentar a espinha tostada. 4 Cubra de água e cozinhe por 1/2 hora em fogo baixo. 5 Lave e corte o repolho roxo em tirinhas. 6 Junte à misture de peixe e cozinhe por mais 15 minutos.Introduzir no caldo de peixe e cozinhar por mais 15 minutos.
Montagem
1 Com delicadeza, disponha 9 dados de robalo em cada prato e, sobre cada peça, 3 lâminas de cebola, 2 pedaços de tomate e brotos de repolho e manjericão. 2.Tempere com o suco de limão da marinada. 3 Finalize com flor de sal. 3. Sirva com a sopa de manjericão na mesa.
Rua Domingos Fernandes, 548, Vila Nova Conceição, São Paulo, SP, tel. 11 30452154.
*O Madrid Fusión desse ano está acontecendo agora. A Letícia está lá e todo dia manda notícias. Acompanhe aqui.
Por Roberta Malta às 23h53
Não é preciso servir champagne no scarpin para ter o mundo e a gastronomia a seus pés. Eu, que sou do tempo da Melissa Coca-Cola (quem se lembra?), adorei essas novidades para cinderelas contemporâneas. Ó que sucesso.

Paula Villalonge usa o cacho de uva para desenhar e colorir a rasteirinha. É linda. Deixa o pé elegante, charmoso. Adorei!

Nunca me equilibriaria nesse salto, mas achei o sapato estilo fruteira da carioca-londrina Charlotte Dellal chiquérrimo. Faz parte da coleção 2011, inspirada em Carmem Miranda.



Masculino, o sapato de banana, de 2010, é quase uma instalação. Obra do israelense Kobi Levi, o mesmo que fez calçados inspirados em sacolas e um tênis com salto que imita chiclete grudado. Genial.

O tênis da Bibi com estampa de bolacha, do Ronaldo Fraga, é o máximo. Chato ter só até o número 32. Moderno que é, tenho certeza que faria sucesso com o público jovem e adulto. O jeito é comprar para as crianças.
Por Roberta Malta às 14h28
O período pede economia calórica, fato. Eu, pelo menos, não conheço ninguém disposto a passar os meses mais quentes do ano de calça comprida. Mas como faz, então, para matar aquela vontade alucinante de comer doce, em tempos assim?
Eu consegui dar um jeito. E abri espaço na geladeira (nova, linda!) para minhas modinhas de verão.
O primeiro vício da temporada é o Diletto de iogurte com limão siciliano. Cada picolé tem 63 calorias. Sabendo disso, costumo devorar dois numa tacada só e lançar mão do raciocínio mais ridículo e legítimo do mundo: "é a mesma coisa que comer um Nutry." Em tempo: eu detesto Nutry. Custa R$ 6.

Não dá para fazer a mesma coisa com o sorvete da Blueberry (Rua Wisard, 134, Vila Madalena, SP), também de iogurte. Mas, para não ficar devendo um grão de aveia às malfadadas barrinhas, peço logo um médio. O meu favorito é misto, natural e de frutas silvestres. Ah, e sem os adereços congelados, que (ainda) não me convenceram muito. A loja fica na esquina de casa, talvez isso explique minha dependência. R$ 9.

A Lívia trouxe de viagem o delirante Amedei 70%, na mesma época em que eu descobri que é mais interessante comer um pedaço de chocolate amargo depois da refeição, do que uma fatia de abacaxi. Eu mereço, meu pai! Para explicações referentes a índices glicêmicos e tal, consulte um especialista. Mas, se quiser desfrutar de um luxo máximo, é bom descobrir quem está de viagem marcada. Esse chocolate é toscano e ainda não está à venda no Brasil. Um saco.

Por Roberta Malta às 19h37
Tanto que se fala em sustentabilidade e muita gente ainda não sabe como fazer para ser ecologicamente ativo. Nem precisa comprar a cartilha. Outro dia, passeando no bairro onde moro, em São Paulo, me deparei com esse canteirinho de alface.

Me chamou a atenção por estar no meio do caminho, do caos, da cidade. E mais, dentro de um estacionamento bem mequetrefe, esburacado e feio.

Mais do que poético, correto, político, orgânico é necessário. Pode ajudar a quem o consome e a todos. Pura gastronomia sustentável. Taí, ganhei o dia.
Por Roberta Malta às 17h55
Estávamos num ritmo frenético, pleno fechamento, quando recebemos, eu e Totinha (o homem da fotografia), o chamado da chefia. "Amanhã cedo, vocês vão para Minas. De tarde, texto e fotos deverão ser entregues para a arte.” Ordens são ordens.
O destino era o restaurante Janelas com Tramela, em Gonçalves. Os chefs de lá, Fernando e Juliano Basile, gêmeos de 19 anos (cada!), tinham ganhado, com votos de internautas, a capa da última edição do ano da Prazeres da Mesa. Queríamos saber mais sobre eles.
Totinha me pegou às sete da matina, ainda meio bêbado por conta de uma vertical de champagne que participou na véspera. Mesmo assim, é companhia perfeita para um bate e volta. Biscoito de polvilho em mãos, lá fomos nós conhecer as curvas da estrada de S..., ops, Gonçalves.
Os meninos são demais, a história está nas bancas. E a comida? Comemos os quatro pratos fotografados e, para não perder a viagem, ainda pedi outro para o almoço (!). O escolhido foi um dos meus preferidos, raridade nos cardápios paulistanos: arroz de carreteiro.
A receita é gaúcha, feita geralmente com sobras de churrasco. Faz parte de uma seção do menu que explora as culinárias do Brasil. O máximo!
Não houve tempo para sesta. Pegamos o bonde de volta imediatamente. A conversa no carro foi sobre o quanto vale à pena visitar a cidadezinha em um fim de semana qualquer. Mesmo que só para comer, de novo, a comida dos irmãos Basile. Vá lá.

Arroz de Carreteiro
(por Fernando e Juliano Basile)
2 porções
500 g de arroz cozido
300 g de charque cozido e desfiado
100 g de cebola cortada em tirinhas
30 g de cheiro verde picado
80 ml azeite
1 tomate sem pele e sem semente em cubos pequenos
Pimenta biquinho a gosto
1 Doure o charque, em uma frigideira, em azeite e cebola. 2 Acrescente o tomate e deixe em fogo médio para que corra umidade. 3 Agregue o arroz, misture bem, acrescente o cheiro verde, a pimenta biquinho e sirva.
Janelas com Tramela
Rua Coronel João Vieira, 65, Centro, Gonçalves, MG, tel. 35 3654-1259; www.janelascomtramela.com.br
Por Roberta Malta às 17h18
Nunca fui menina de bar. Quando era jovem e morava no Rio, eu até ia com as minhas amigas. Tomava mate enquanto elas fumavam cigarros e colecionavam bolachas de chope ou cascos vazios.
Mas outro dia a Martinha voltou do Empório Sagarana dizendo que lá tinha um salaminho sensacional, que eu precisava provar, que isso, que aquilo. Eu já tinha editado uma matéria sobre o bar, estava curiosa. Fui.
As paredes da casa são lotadas de cacarecos antigos e doces, geleias, cachaças que estão à venda. Bem Guimarães Rosa.
Não tinha refrigerante zero, nem água sem gás, nem nada parecido. Ok, ok. Eu é que estava fora de contexto. Decidi ir em frente. Horst já tinha pedido uns petiscos.

Queijo canastra com ervas finas, azeite e pimenta rosa (R$ 18)

Linguiça de cordeiro acebolada (R$ 25)
Delícia tudo. Só faltava o salaminho -- confesso, não imaginava que pudesse ser tão especial quanto a propaganda feita pela minha amiga. Pedi.

Salaminho temperado com limão, azeite e ervas finas (R$18)
Mais clarinho do que os disponíveis no mercado, ele é realmente diferente. Parece fresco, não sei. Talvez a cura seja curta (ou demorada demais?). Fato é que o embutido entrou definitivamente para a lista das coisas que amo mais que tudo. O Sagarana reabre dia 15 de janeiro, preciso voltar lá. Mesmo sem mate, coca zero, guaraná.
Empório Sagarana
Rua Marco Aurélio, 883, Lapa / Barra Funda, São Paulo, SP, tel. 11 3539-6560
Por Roberta Malta às 17h55
Mais modinhas que pegaram na minha vida, este ano. Produtos que, por algum motivo, estão fazendo parte do meu dia a dia e não podem faltar. Até que a maré traga outras oferendas viciantes de consumo -- ou inventem uma calda mais sensacional, eu enjoe de manteiga, pare de beber (todos itens da categoria impossíveis de acontecer, mas vá lá).
A calda de açaí com banana e guaraná do Bazzar é o máximo. Indicada para comer com iogurtes, sorvetes, granola, tem o maior clima de verão saudável. Mas eu gosto mesmo é de devorá-la às colheradas em frente à TV (uma semana de férias e eu já me apeguei à novela, pode?).

Tarei nessa manteiga La Motte, da Président, com cristais de sal (cara, cerca de R$ 20). Não é novidade no mercado, mas sempre que provei estava gelada e dura demais. Gosto de manteiga pastosa, em ponto de pomada. Comprei e deixei fora da geladeira. Ficou muito mole com esse calorão. Agora, guardo o pote na adega. Lindo foi, outro dia, quando a empregada desligou a máquina sem querer. O pote virou e deixou as garrafas num brilho só. Resultado da harmonização: notas amanteigadas e agulha na língua. Chique no último!

Depois da minha visita à Viña Ventisquero, no Chile, voltei apaixonada pelos rótulos de lá. Pangea, Herú, Grey. Tem muita coisa bacana, mas o que virou modinha lá em casa foi o Chardonnay da linha básica (e, não por acaso, o mais barato!!). Custa cerca de R$ 28 e é uma delícia geladinho. Uma dica é comprar o mais fresco que tiver no mercado (2009) e mandar bala. Garanto que a vida vai ficar bem mais leve. Tintim!

Por Roberta Malta às 15h31
Roberta Malta é jornalista de gastronomia e blogueira por vocação. Escreve nas revistas Prazeres da Mesa, Casa & Comida e algumas outras sempre sobre ingredientes, bebidas, restaurantes. Formou-se em gastronomia, estudou vinhos na ABS- SP, mas está em constante aprendizado e pretende dividir suas descobertas e dúvidas com todos que acessarem seu link.
O "Sopa de Letrinhas" é um observador bem humorado da gastronomia, com pitadas do dia-a-dia da autora. Serve também como agregador e mixer de pessoas. Tem um olhar empolgado, emocionado, frio, crítico, curioso sobre comidas, bebidas, novidades, livros, restaurantes ou um pouco de tudo. Divirta-se!